A AIDS surgiu em 1981, quando o Center for Desease Control, nos Estados Unidos (uma espécie de Secretaria Nacional de Vigilância Epidemiológica), deu o grito que assombrou o mundo: um novo fator patológico atacava homens que tinham em comum a homossexualidade, e pessoas que faziam o uso continuado de drogas injetáveis.Em pouco tempo, a nova doença ganhou o nome de AIDS (Acquired Immunologic Deficiency Syndrome).

No Brasil - subserviente aos ditames da “matriz”, Washington – esta sigla não teve a tradução que facilitaria sua compreensão, como ocorreu na França, Portugal, Argentina, entre tantos, onde a doença tem o nome: SIDA (Síndrome de Imunodeficiência Adquirida), totalmente esclarecedor.

Mais iluminado, é o fato de esta epidemia estar hoje bem próxima da cura, se não, da prevenção definitiva.

È bom salientar os números desta tragédia que já foi chamada “câncer gay”: o quadro de infectados inverteu-se radicalmente, sendo que os homossexuais, atualmente, ocupam aí o mais reduzido índice de contaminação, graças à conscientização coletiva que tomou conta desta gente.

PREVENÇÃO SE FAZ A DOIS.
USE SEMPRE CAMISINHA.