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Mocidade Alegre volta com ala GLS no carnaval 2007

Uma boa notícia para os gays amantes do samba: a escola Mocidade Alegre, de São Paulo, volta com sua ala GLS em 2007. A fantasia, que recebeu o nome de "Morada do Riso", já está sendo vendida na quadra da escola e, em breve, nas agências InterRainbow e Friendlytur.
No ano passado, as 80 fantasias da ala foram vendidas rapidamente. Elas custavam R$ 280 e, agora, saem por R$ 230. Segundo Nilton Paiva, presidente da ABRAT GLS – Associação Brasileira das Agências de Turismo GLS, a expectativa é de que o sucesso se repita este ano.
Com o enredo "Das Lágrimas de Iaty Surge o Rio, do Imaginário Indígena a Saga de Opara. Para os Olhos do Mundo um Símbolo de Integração Nacional: Rio São Francisco", a Mocidade levou ao sambódromo, além da ala GLS, o balé da Blue Space e o carro da drag Silvetty Montilla. A fantasia da ala GLS tinha como título "Mãe D´água e o Pescador Encantado" e fazia alusão à lenda de Iara, que atraia os pescadores e os levava para as profundezas do rio, tornando-os encantados.
Em 2007, a Mocidade Alegre vem com o samba enredo "Posso Ser Inocente, Debochado e Irreverente... Afinal, Sou o Riso dessa Gente!" e fecha o carnaval de São Paulo na madrugada de sábado para domingo (18/2). Os ensaios já estão ocorrendo na quadra da escola. Para mais informações acesse o site da escola - www.mocidadealegre.com.br. Na semana que vem, as fantasias estarão disponíveis para compra nos sites www.inter-rainbow.com.br e www.friendlytur.com.br.
Fonte: Mix Brasil
NOTIFICAÇÃO EXTRA-JUDICIAL
Belo Horizonte, 17 de outubro de 2006.
As Escolas de Samba de Belo Horizonte vêm pautando ao longo dos anos por uma conduta ética e se firmando, a cada dia, junto à opinião pública, entidades promotoras na mídia e especialmente na busca da participação da iniciativa privada.
Paralelamente ao firme propósito de promover o Carnaval de Belo Horizonte, é nossa intenção propiciar ao público local e turistas um espetáculo de qualidade. Assim sendo, os Presidentes das Escolas de Samba de Belo Horizonte, abaixo assinados, vêm pela presente NOTIFICAR A EMPRESA MUNICIPAL DE TURISMO DE BELO HORIZONTE S/A – BELOTUR -, na pessoa de seu representante legal, Sr. Fernando Lana, diretor-presidente, com sede nesta capital à Rua dos Aimorés, 981, 6º andar, Bairro Funcionários, para responder no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, em face dos fatos e motivos alencados:
1 - Falta de confirmação: se haverá ou não o Carnaval em Belo Horizonte no ano de 2007?
2 – Suspensão das reuniões da comissão de Carnaval 2007, sem prévio comunicado aos seus participantes, sendo a ultima em 03 de maio de 2006.
3 – A não manifestação da Belotur, com base nas visitas: e-mail enviado no dia 05 de setembro 2006.
4 – Falta de resposta à manifestação das Escolas de Samba protocolizada em 28 de setembro de 2006, recebida por Dr. Tadeu Martins – DRAF – BELOTUR.
5 – Declarações oficiosas emanadas pelo Presidente da Comissão do Carnaval, Dr. Tadeu Martins, causando desconfiança entre os Presidentes das Escolas de Samba.
6 – Faz-se mister uma declaração: se a Belotur, que foi criada para promover o Turismo, e representa o Poder Público; “e isso é fato”, por que ela se nega apoiar as Manifestações Culturais da Cidade, sobretudo quando se trata de Arte do Povo?
Posto isso, citar-se-á, a requerida, para se manifestar no prazo supracitado.
GRES-ACADEMICOS DE VENDA NOVA
contatos@avendanova.com.br
GRES-ACADEMICOS DO SAMBA IMPÉRIO DA NOVA ERA
academiaimperiodanovaera@yahoo.com.br
GRES - CIDADE JARDIM
GRES-INCONFIDENCIA MINEIRA
GRES-IMPERATRIZ DE VENDA NOVA
gresimperatriz@yahoo.com.br
GRES-UNIDOS DO ARCO IRIS
osmarbht@yahoo.com.br
GRES-UNIDOS GUARANIS
mariodamelia@yahoo.com.br
GRES-UNIDOS DO ONÇA
GRESMI-BEMTEVI
gresmibemtevi@yahoo.com.br
GRES - CANTO DA ALVORADA
TURISMO RELIGIOSO TERÁ ESTÍMULO DO GOVERNO
A partir de 2007 o governo do Estado vai desenvolver estratégias para ocupar Belo Horizonte durante o Carnaval, mas o público-alvo passa longe do folião que lota as cidades do interior mineiro. De acordo como secretário adjunto de Turismo, Roberto Fagundes, a idéia é estimular o turismo religioso e eventos esportivos não só nos dias de folia, mas durante os meses de janeiro e fevereiro, quando o morador da capital normalmente viaja de férias.
O diretor de marketing do Ouro Minas, Alexandre Drumond, diz que “todas as iniciativas são válidas se tiver planejamento estratégico e plano de marketing”. De acordo com ele, as ações que visam a incentivar o turismo só têm resultados a médio prazo, entre um e dois anos no mínimo.
O vice-presidente de Relações Institucionais da CDL-BH, Marcelo de Souza e Silva, diz que a melhor alternativa para a cidade é assumir sua vocação para o “não Carnaval”. Para ele, o período da festa de Momo deveria ser usado para ações culturas, como apresentações teatrais, de música clássica e outros atrativos que passem longe do samba e do axé que tomam conta do país nessa época. Silva afirma que iniciativas desse tipo atrairiam para a capital visitantes dispostos a gastar em serviços e comércios locais.
O Tempo, 26 de fevereiro de 2006.
CANTO DA ALVORADA CONQUISTA O TRICAMPEONATO
O Tempo – 1º de março de 2006.
Com 96,7 pontos,o GRES Canto da Alvorada comemorou ontem o tricampeonato no Carnaval de Belo Horizonte. Com 350 componentes (o mínimo, de acordo como Regulamento, é de 400), a escola desfilou este ano como tema “Amore Mio, pátria é todo lugar que o homem forte escolhe para a morada”, contando a história da imigração italiana.
Segundo o presidente da agremiação, Carlos Damasceno, mesmo com a falta de verba foi possível fazer um belo desfile. “Contamos com muitos apoios de amigos e parceiros da escola. Gastamos R$90 mil este ano e estávamos confiantes de que conseguiríamos levar o primeiro lugar”, afirmou.
Em segundo lugar ficou a Acadêmicos de Venda Nova e, em terceiro, a Império da Nova era.
SEGUNDA COLOCADA CONTESTA PONTUAÇÃO
A escola de samba Acadêmicos de Venda Nova, que ficou em segundo lugar no Carnaval de Belo Horizonte, entrou com recurso na Empresa de Turismo da capital (Belotur) pedindo a recontagem dos votos e aplicação de penalidades. “A escola vencedora desfilou com três componentes a manos do que o exigido na ala infantil e teria, segundo o regulamento, que perder três pontos”, contestou o presidente da agremiação, Marco Aurélio Gonçalves.
A comissão do Carnaval vai se reunir amanhã para analisar o recurso, mas o diretor de eventos da Belotur, Tadeu Martins, adiantou que o erro realmente existiu e será reparado. Se o erro for comprovado, a Canto da Alvorada perde três pontos, ficando com 93,7 e deixando o primeiro lugar para a Acadêmicos de Venda Nova.
TUDO ACABOU EM PIZZA
Libertos Comunicação – 2 de março de 2006.
O erro da apuração foi confirmado. A verdadeira campeã deveria ser a Acadêmicos de Venda Nova, mas o diretor de eventos da Belotur, Tadeu Martins, achou por bem desprezar todo o regulamento – que foi exaustivamente debatido durante todo o ano de 2005 -, e manteve os pontos da Canto da Alvorada.
Ele afirmou que, “como nenhuma agremiação cumpriu o quesito que obrigava desfilar com o mínimo de 400 integrantes, o melhor é mesmo esquecer o regulamento”.
A UNIDOS DO ARCO ÍRIS enviou documento via e-mail para a Belotur exigindo que o regulamento fosse cumprido à risca. Acontece que, desprezando o regulamento conforme sugerido ( e adotado) pelo diretor de eventos da empresa, a agremiação – junto com outras duas -, não teria mais de ser rebaixada ao 2º Grupo, ou Grupo de Acesso.
A Unidos do Arco Íris entende que, se era para desprezar o regulamento, talvez tivesse condições de desfilar, já que os recursos chegaram perto de propiciar isto, mas a agremiação achou por bem “não fazer feio na avenida”, pois não cumpriria à risca as exigências do regulamento.
Teve agremiação que desfilou sem mestre-sala, com apenas um carro alegórico, sem comissão de frente e com menos de cem integrantes.
“Não foi apenas este lamentável episódio; teve também a eleição da Corte Momesca, quando uma entidade que não estava inscrita no Carnaval de BH competiu e, pasmem, teve sua representante eleita Rainha do Carnaval.
Espero que nós, os representantes das agremiações carnavalescos de Belo Horizonte, tomemos uma firme posição diante do ocorrido e medidas que impeçam esses aborrecimentos dispensáveis e difíceis de engolir”, coloca Osmar Rezende, presidente do GRES Unidos do Arco Íris.
TROÇA CARNAVALESCA
Apesar da forte chuva, a Unidos do Arco Íris participou de uma alegre TROÇA CARNAVALESCA sob a batuta de Mestre Lauro Jr comandando o bloco Inocentes de Santa Tereza.
A brincadeira aconteceu na praça Duque de Caxias, no tradicional bairro de Santa Tereza, domingo de Carnaval, dia 26 de fevereiro.
Entre os presentes, Itamar dos Santos, da Associação Gay de Minas – Grupo Guri -, e Renan Carvalho, do Grupo Conceito.



Caderno Cidades – O Tempo, sábado, 18 de fevereiro de 2006.
Patrícia Giudice
A uma semana do Carnaval, nenhuma das escolas de samba de Belo Horizonte está pronta para a festa. Ao contrário, todas estão muito atrasadas e os próprios responsáveis pelas agremiações acreditam no fracasso dos desfiles na Via 240,no bairro Aarão Reis. O motivo, segundo eles, é a falta de ajuda financeira da prefeitura.
Em 2005, a administração municipal destinou R$10 mil para cada agremiação. O dinheiro foi resultado de uma divisão antecipada das premiações. Para os sete blocos caricatos, os recursos foram de cerca de R$3 mil. Este ano, a prefeitura decidiu não dar nenhum dinheiro. “A proposta é fazer o Carnaval crescer através da profissionalização das escolas de samba. Eu sei que é muito difícil. Se eu dissesse que elas não têm razão, estaria mentindo. Mas o certo é que as escolas façam sua própria subsistência ao longo do ano”, afirmou o vice-prefeito Ronaldo Vasconcelos.
Uma das nove escolas de samba, a Unidos do Arco Íris, pensa em desistir do desfile. Segundo o presidente do grêmio recreativo, Osmar Rezende, a decisão final será tomada nesta segunda feira. “Vai ser o pior Carnaval de Belo Horizonte”, afirmou o carnavalesco.
A reclamação é a mesma e unânime entre todas as escolas da capital. “É preciso enredo, fantasia, bateria, carros e isso tudo fica muito caro. As coisas estão caminhando, mas não sabemos nem se realmente vai dar para sair.o Carnaval de Belo Horizonte está comprometido”, disse o presidente da Bem-Te-Vi, Luiz Carlos Novais. Para ele, o dinheiro público seria importante para incentivar a produção, e não para financiar todas as despesas do desfile. A Bem-Te-Vi vai mostrar na avenida a evolução das pesquisas feitas com células-tronco.
Os componentes da Unidos do Onça, do bairro Ribeiro de Abreu, se preparam para fazer um protesto na Via 240. Até agora, a escola, que trabalha com materiais reciclados, não tem os carros alegóricos. “Mesmo reaproveitando tudo, o Carnaval fica caro. Se a gente realmente não conseguir recursos para os carros, a idéia é levar uma faixa protestando contra a falta de incentivo da prefeitura”, disse o membro da diretoria Maria Oneida Alves.
SAMBAS-ENREDO
Um dos incentivos anunciados pela empresa de turismo de Belo Horizonte (Belotur) no início deste ano foi a confecção de Cd com os sambas-enredo, 18 anos depois que a iniciativa estava extinta. Para cada uma das agremiações, seriam entregues 800 Cds,mas elas também reclamam que o material (o primeiro lote com apenas 300 CDs) chegou em cima da hora (15 dias antes do Carnaval). “Não tivemos nada do prometido pela Belotur em março de 2005, quando o Carnaval deste ano começou a ser discutido. A idéia do CD que custa R$20 é muito boa, mas ele deveria ter sido entregue antes do Natal. Agora, não conseguimos vender nenhum”, reclama o presidente da Acadêmicos de Venda Nova, Marco Aurélio Gonçalves.
O gerente de eventos da Belotur,Tadeu Martins, ressaltou que a destinação dos recursos foi acertada através de votação. Mas de acordo com Gonçalves, os presidentes votaram pela gama de incentivos prometidos pela prefeitura,como a liberação do Cd com cerca de três meses de antecedência e a ajuda para conseguir patrocinadores.a administração municipal através da Belotur gastou ao todo, R$ 1 milhão com o Carnaval de Belo Horizonte, entre todos os 30m eventos e a estrutura da Via 240. As primeiras três colocadas no desfile deste ano receberão, no total, 35 mil em prêmios, enquanto os blocos dividem 18 mil entre eles.
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